Fui também ver Mamma-Mia – O Show

Nos últimos cinco dias fui a 3 teatros, vi duas peças e um show, baseado nas músicas também de uma peça de teatro. Quem acompanha o blog com mais afinco sabe o quão fã de teatro eu sou. Tudo bem que não é um tipo de arte muito popular, já que os ingressos, até para quem paga meia-entrada podem ser meio salgados, mas os atores precisam sobreviver. Embora seja da seguinte opinião, nos acostumamos a ganhar pouco. Triste constatação.

 

No feriado, meio chato porque foi bem no meio da semana e não nos possibilitou a viajar, fui ver Mamma Moa – O Show no teatro Bradesco, lá no Shopping Bourbon. Imagina a maior parte dos paulista sem ter que trabalhar, em casa a toa durante um dia inteirinho, o que aconteceu? Todo mundo foi para o shopping e o Bourbun estava insuportável mente lotado, lotado de nos deixar suando e ser desagradável para se locomover de tanto ter que desviar das pessoas. Lotado a ponto de ter que ficar 20 minutos na fila do Mac Donald’s para comprar um frozen yogurt e desagradável a ponto de não conseguir conversar com alguém em seu lado em tons normais. Aquele zun-zun-zun de grandes aglomerações.

 


Banda ABBA Magic.

O show que fui assistir era o Mamma Mia – O show, honestamente, não tirando o talento do pessoal, mas fiquei meio decepcionada, esperava ver algo mais autoral, no entanto foram duas bandas Abba Magic, da Inglaterra e a brasileira Rod Hanna fazendo cover de Abba. Foi divertido, dançamos e ficamos suadas novamente. cabe um


Aqui cabem parênteses para falar da estrutura do teatro Bradesco. As vezes que fui lá fiquei na platéia, uma região mais nobre do teatro e foi tudo maravilhoso. Dessa vez fiquei no balcão, uma espécie de mezanino com ingressos um pouco mais baratos. Como fiquei bem no centro do teatro, tive que pular alguns mal-educados, que não se mexeram para nos dar passagem, como estava de salto e tenho um pé enorme, número 39, quase cai, porque como ali é mais apertado e tem um vão entre a cadeira e o chão. Um horror.

Outro ponto ruim foi a saída. Não saímos junto com o povão do teatro, fomos primeiro jantar no America, que amo e tem muitas opções para vegetarianos. Mas na hora de sair no estacionamento, mesmo assim, me senti na avenida Rebouças em pleno horário de rush. Filas enormes e buzinas alucinadas, como se isso fosse ajudar sair mais rápido do local. Ignorância, só faz prolongar e intensificar o nosso sofrimento.

Sobre Debora Wolf

Debora Wolf é formada em moda, pós-graduada em design gráfico e tem duas gatinhas a Kessy e a Ana Magali. Mora em Santana de Parnaíba, mas já morou em Florianópolis, gosta de ler escritores russos e indianos, estuda inglês e deseja morar noutro lugar. Vive mudando de opinião, já foi punk, hippie, punk de novo (e fez uma tatuagem punk rock), capoeirista, nadadora, surfista quando criança achou que seria bailarina, na adolescência tirou algumas fotos como modelo, mas descobriu ser muito tímida para posar. Hoje em dia sonha em ficar para sempre com seu namorado. Ama viajar, mas não gosta de comer nas viagens porque é vegetariana e sempre desconfia da higiene dos restaurantes. Tem mania de escovar os dentes e passar filtro solar. Quando tem um tempo livre escreve para o blog, sempre imaginou que seus principais leitores seriam os seus amigos, mas hoje em dia recebe gente que nunca pensou que conheceria.
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